6.12.07

Puerto Eden, Fiordes Patagónicos

Um adeus sentido. Para ler no Miniscente.

6 comentários:

Ana rr disse...

Olá!!! A minha contribuição em jeito de manifesto:

Tenho vindo a empertigar-me, crónica após crónica. Foto após foto. A vossa viagem atiçou os meus sonhos; afixou-os na via pública numa espécie de ternura cheia de sonhos e inspiração.

É assim, e é inevitável, eu sei, q me apaixono vezes sem conta (e as q forem precisas), à mercê de uma qualquer nova reportagem coberta de ternura e sensibilidade.

É pois em jeito de confissão q me presto a este manifesto. E, (pq n?) aqui ficam, em 15 linhas a preto e branco, numa simplicidade sem igual, todos os meus suspiros e desejos de felicidade nesta época pré-natalícia.
Continuem a fotografar e a escrever, por favor.
Um beijo
Ana

Sound and Fury, signifying nothing disse...

Como resposta às tuas últimas duas crónicas no Miniscente, prima, aqui vai uma citação de Cesare Pavese (que conheci há uns anos, em epígrafe em "The Comfort of Strangers" de Ian McEwan). Desde aí, estas palavras acompanham-me sempre que viajo, vindo-me constantemente à cabeça, em pequenos pormenores. Hoje elas são para ti e para o Miguel (em português, já que o italiano não é o meu forte):

"Viajar é uma brutalidade. Força-nos a confiar em estranhos e a perder de vista todo o conforto familiar do lar e dos amigos. Fica-se em constante desequilíbrio. Nada nos pertence, excepto as coisas essenciais: ar, sono, sonhos, o mar, o céu - tudo coisas que tendem para o eterno e para o que imaginamos como tal."

Pois eu, a estas palavras do Pavese, apenas acrescentaria "as pessoas" aos elementos que acabam por nos pertencer e que tendem para o eterno. Continuem a receber de todos esses elementos e a saber pertencer-lhes.

Beijinhos.
Prima Ana

indomável disse...

Clarinha, minha fadinha borboleteante,

Li no DN a noticia do Madaíl. Não consegui evitar e, de olhos abertos colados, ao monitor as lágrimas foram caindo mansinhas, sem fazer barulho...
Já andavam a prometer desde Setembro, volta e meia meia volta, de cada vez que te lia lá andavam elas a espreitar por detrás do branco do olho. Mas agora é que foi, não consegui evitar. Não é porque tenha saido no jornal, ou porque finalmente tens a visibilidade que mereces, tu eo teu Miguel.
Foi, acho, porque senti o peito insuflado da tua presença. Senti mais forte a tua ausência. Finalmente deixei de negar que cá não estivesses. Soube que muitos mais te poderão ler porque sabem e o conhecimento é a melhor arma contra a ignorância. Quem te ler não mais será a mesma pessoa. Depois de te lermos não podemos voltar a quem éramos...

indomável disse...

p.s. - Clarinha, já aqui varios comentadores te deram conta do papel que o vosso blog tem no seio familiar.
Lá em casa também tem o seu papel. À vossa contae das vossas fotos e textos, já se investigaram as baleias austrais, os leões marinhos, os pinguins, os fiordes, os icebergues, tudo e mais alguma coisa.
Vir ao vosso blog é como uma espécie de prémio ao fim do dia para dois meninos que embevecidos te viram numa fotografia de gorro e exclamaram em coro - "Mamã! É a borboleta!"
Confesso que dessa vez também me cairam as lágrimas, mas foi em privado e não conta, e depois tive de me esconder depressa.
Sim, aguardamos sempre com muita ansiedade novas vossas e quando chegam, sabe sempre a pouco!
Um beijo de todos aqui do Algarve - Portugal.

Didi disse...

ENTÃO? Estamos à espera de novos lugares, faltam para a colecção a Ilha da Páscoa (o cheirinho do miniscente não nos chega), o Tahiti (queremos ver esse paraíso) e a NZ.
Não arrangem desculpas de internet lenta, virus na pen. Queremos continuar por dentro da viagem, já basta quando chegarem à Indonésia, China e Nepal. Nada de perguiça.
Bjs desta insistente treinadora

David disse...

Iorana!

Somos los vascos que conocisteis en Rapa Nui, David Y Ahinitz.

Seguid actualizando el blog que queremos tener noticias de los lugares donde estáis!

Ondo segi eta muxu bat!
(Que os vaya bien y un beso)